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terça-feira, 26 de maio de 2009

Barreiras de concreto 'fecham pobres em guetos' no Rio, diz 'Times'




Texto extraído do site da BBC.

Muros aumentam divisão social na cidade, segundo o jornal

Os muros em construção pelo governo ao redor das favelas nos morros do Rio de Janeiro estão dividindo ainda mais uma cidade já separada entre ricos e pobres, afirma reportagem publicada nesta terça-feira pelo diário britânico The Times.

O jornal observa que os críticos do projeto dizem que as barreiras de concreto, de até três metros de altura, transformarão as favelas em guetos, segregando os seus habitantes ao separá-los das áreas mais ricas.

A reportagem comenta que o governador do Rio, Sérgio Cabral, argumenta que seu projeto de cercar 13 favelas tem como objetivo evitar que sua expansão destrua a vegetação dos morros.

Mas o jornal diz que "em uma cidade rachada pela violência, pela desconfiança e pela desigualdade social, poucos acreditam nele".

quarta-feira, 13 de maio de 2009

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Tio Sam: "I want you"










Autoria desconhecida. Cartaz do Tio Sam. "Eu preciso de você".


Não quero discorrer aqui sobre essa imagem. Coloquei-a em relação a uma charge que tomava José Serra como personagem. Veja esta charge e o meu comentário.

sábado, 9 de junho de 2007

Guaraná: A Flôr de Zíaco do Amazonas












Esta imagem é uma foto de uma placa genial à porta de um estabelecimento comercial. Leia o texto de Sírio Possenti discutindo esta inculta e bela "flôr".

segunda-feira, 21 de maio de 2007

Isto não é um cachimbo



René Magritte
. "La trahison des images". Lê-se no quadro: "Ceci n´est pas une pipe" ("Isto não é um cachimbo").

Assim como as imagens, as palavras também traem. Traição que não é esporádica, mas constitutiva. A representação de uma coisa (a imagem no quadro) não é uma coisa. Exacerbando isso, a coisa (o próprio cachimbo) pode não ser a coisa (o inomeável, ou o "real" de Lacan). Assim como um cachimbo existente que vejamos é também para nós uma imagem; tem muito de nós no cachimbo. Temos brecha para pensar a questão da ideologia: não é a coisa própria (ou em-si, para certa filosofia) que consta em nossa mente (o cachimbo não está lá dentro), mas algo dessa coisa. Tudo existe enquanto idéia, mas também não sou de certa posição da filosofia idealista (diga-se, do idealismo chinfrim, não o de Platão e Descartes) de total arbitrariedade entre idéia e ideado. Há materialidade, e é pela via da materialidade que devemos dar conta, pelo menos em grande medida, da necessidade (material) de uma ilusão pura (mas material, como a idéia de "Deus"). Apresento este quadro sem grandes aprofundamentos sobre a questão (nem teria bagagem para tal); mais porque o quadro é citado no texto "Perfugae patriam non amant", neste blog.